Infâncias mais livres

Coleção Antiprincesas

Para brincar, você tem que se sujar…
Por que sempre que nos falam de história, nos contam sobre mulheres e homens “importantes”?
Importantes como as princesas tão bem vestidinhas que não podem sair para brincar e se sujar? Ou importantes como os super-heróis e seus superpoderes que estão tããão longe da gente? Algo assim, mas não: quando aqui dizemos “importantes”, estamos falando de quem se sujou para crescer e se divertir, de quem não ficou esperando sentado e de quem também usou superpoderes, mas outros: ter a coragem de fazer algo mais, procurar entender o mundo de outra maneira, saltar obstáculos e deixar uma obra que está além de qualquer tempo. Assim, começamos a tecer estes livros, pequenos ou grandes percursos de desenhos e palavras, para contar histórias que merecem ser contadas. Neste caso, a de Frida Kahlo.

 

Coleção Anti-heróis

Chegam os anti-heróis para seguir revirando a história que nos contaram de cabeça para baixo. Estes são homens reais (assim como nossas mulheres, as antiprincesas) que fizeram coisas fora do comum. E falando delas, uma grande antiprincesa, a escritora Gioconda Belli, nos presentou com algumas palavras sobre o primeiro da coleção, o Cronópio maior.

 

 

Liga de Antiprincesas

Nós embarcamos em uma nova aventura: a de contar histórias de mulheres reais, mas desta vez, que lutaram todas juntas pelas causas justas. Porque na história da nossa América Latina houve guerreiras. mulheres que se foram a luta pela independência, pela federalização dos países, pelos direitos dos povos originários… No entanto, até hoje, muitas vezes nos contam sobre grandes homens que libertaram países, comandaram resistência e construíram pátrias livres. Claro que nós os admiramos, porém quem fez história com nossas mulheres corajosas? Assim tentando entender cada vez mais, começamos a pensar em um novo relato, que tenha todas reunidas…